Convidados
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ANA SOFIA PAIVA

Não nasceu alentejana, mas foi o Alentejo que a embalou. É dele que nascem as suas memórias mais antigas, as que ceifaram o campo da alma para semear Poesia. É actriz, aprendiz e outras coisas. Filha das margens e do vento, neta de Lisboa antiga, afilhada de algum Norte e todo o Sul, cresceu com histórias, cantes e descantes. Tem imenso jeito para a metamorfose e  muita sede de raiz. Dedica-se desde 2008 à narração e investigação de contos de tradição oral, dentro e fora de Portugal, ouvindo e contando na esperança de encontrar a sua própria geografia.

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PAULA CARBALLEIRA

Paula Carballeira, nasceu em Maniños (Fene. A Coruña) e depois de se licenciar em Filologia na Universidade de Santiago de Compostela, fixou a sua residência por essas terras.

Narradora Oral profissional desde 1984, atriz, diretora e escritora. Teve a sorte de ser convidada para os principais festivais de narração oral nacionais e internacionais (Portugal, Polóia, França, Cabo Verde, Colombia,
Perú, Equador, Chile, Argentina, México, Costa Rica, ...).
Tem atividade regular em bibliotecas e centros de educação e formação. Como atriz, é membro da Companhia da Teatral Berrbambàn desde 1996 e participou em várias séries e programas da televisão da Galiza. Como diretora de teatro, trabalhou em montagens da sua própria companhia, em coproduções
com o Centro Dramático Galego, entre outras.
Como autora, tem uma ampla produção tanto de narrativa, como de poesia ou de teatro, muitos dos seus livros têm sido traduzidos em varias línguas: espanhol, português, inglês, italiano, coreano, catalão,
euskera... Alguns deles foram premiados e a sua maioria estão pensados também para a infância e juventude.

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ANTÓNIO FONTINHA

Encontrou a sua vocação de contador de histórias em 1992, no contexto da intervenção do Chapitô em Centros Educativos da Direção-Geral de Reinserção Social.

Pioneiro do movimento de narração oral em Portugal, vive exclusivamente desta atividade desde 1995 tendo atuado em múltiplos contextos e dinamizado milhares de sessões de contos para públicos diversificados.

A base do seu repertório são temas da tradição oral portuguesa que, paralelamente à atividade de narrador, tem vindo a investigar por todo o país em várias campanhas de recolha de contos tradicionais.

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PATRICK MOHR

Patrick Mohr 

 

Born in Geneva  the 18 09 1962

 

Theatre director, actor, storyteller and writer based in Switzerland.  

 

He created the Theatre Spirale with Michele Millner in 1990 and has created, directed and toured more than forty plays all over the world. .

 

In 1996 He also co-founded the Theater La Parfumerie in Geneva.

 

Since 2000 he started working professionally as a storyteller.  And has toured all over the world with his stories. He performs in French, but also in English and spanish.

 

Patrick Mohr enjoys mixing traditional stories, real stories and his own inventions. He is a great traveller.  In his stories one never knows where fiction starts and reality ends.  He also plays the flute and makes his audience travel beyond all borders with a lot of humour and depth.

 

His principal solo storytelling shows are:

 

« Le Relais »  «  La Source »  « Le sac à Paroles »  and   « Je suis un saumon »

 

He also has some duos:: With Olivier Sidore.  « A la recherche du temps du rêve »  

« looking for dreamtime » Aboriginals stories and music from Australia.

 

With Cathy Sarr « Princes and princesses »  a reflexion over the role and the status of these figures in the European and the African tradition.

Patrick Mohr Nasceu em Genebra em 18 09 1962 Diretor de teatro, ator, contador de histórias e escritor radicado na Suíça. Ele criou o Theatre Spirale com Michele Millner em 1990 e criou, dirigiu e fez turnês com mais de quarenta peças em todo o mundo. . Em 1996, ele também co-fundou o Theatre La Parfumerie em Genebra. Desde 2000 comecei a trabalhar profissionalmente como contador de histórias. E já viajou pelo mundo com suas histórias. Ele se apresenta em francês, mas também em inglês e espanhol. Patrick Mohr gosta de misturar histórias tradicionais, histórias reais e suas próprias invenções. Ele é um grande viajante. Em suas histórias, nunca se sabe onde começa a ficção e termina a realidade. Ele também toca flauta e faz seu público viajar além de todas as fronteiras com muito humor e profundidade. Seus principais programas solo de narrativa são: «Le Relais» «La Source» «Le sac à Paroles» e «Je suis un saumon» Ele também tem algumas duplas :: Com Olivier Sidore. "A la recherche du temps du rêve" «À procura da hora dos sonhos» Histórias aborígenes e música da Austrália. Com Cathy Sarr «Príncipes e princesas» uma reflexão sobre o papel e o estatuto destas figuras na tradição europeia e africana.

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CELSO SANMARTIN

Comecou a contar por casualidade e oportunidade. Continuou porque é uma atividade de amor, sentido e paixão: pela língua, pela oralidade, pela comunicação, por pensar que não se pode perder um verdadeiro tesouro de histórias e contos. E anda por aí mostrando e oferecendo este tesouro com a boca aberta e com a boca cheia, falando bencíssimo dele - que é como falar de uma das nossas possibilidades de relação e cultura mais ricas e admiráveis.

 

O seu fardo ou repertório está composto basicamente por contos, histórias e memórias ligadas à tradição oral galega e europeia, em que temos arte e parte, assentadas na cultura agrícola-ganadeira e pedestre. E com um toque contemporâneo, porque também são atuais, porque aqui estão e não são peças de museu. Também reinventa histórias e contos, como toda a gente…

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CLÁUDIA FONSECA

Nasceu no Rio de Janeiro mas tem as suas raízes no nordeste de Brasil e de lá vem a sua voz de contadora. Vive em Portugal desde 1992, país onde se fez psicoterapeuta e narradora oral há já uns bons anos. Partilha a vida profissional entre a clínica, a narração, a investigação e a dança, desenvolvendo inúmeras atividades no âmbito da narração oral, mediação de leitura, programação e formação, em contextos muito diversos. Participa regularmente em encontros e festivais, dentro e fora de Portugal. Traz na sua bagagem histórias de muitos lugares e tempos, contos tradicionais e de autor, cantigas, histórias de família e casos, de que gosta muito e que mistura aos contos que conta.

O seu fardo ou repertório está composto basicamente por contos, histórias e memórias ligadas à tradição oral galega e europeia, em que temos arte e parte, assentadas na cultura agrícola-ganadeira e pedestre. E com um toque contemporâneo, porque também são atuais, porque aqui estão e não são peças de museu. Também reinventa histórias e contos, como toda a gente…

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CRISTINA TAQUELIM

Cristina Taquelim (Lagos, 1964) – Mediadora de leitura . Licenciada em Psicologia Educacional. Gosta de escrever cartas  e tem o vício da metáfora. Às vezes duvida. Tem voz grave. Gosta de contar. Às vezes escreve. Ainda teme a morte. Recusa-se a viver sem estar espantada por existir.

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JORGE SERAFIM

Como técnico no setor infanto-juvenil da Biblioteca Municipal de Beja, Jorge Serafim desenvolveu atividade regular na área da promoção do livro e da leitura durante cerca de treze anos.

Como contador de histórias, tem percorrido o país, efetuando inúmeras sessões de contos para públicos de todas as idades e tem participado em encontros de narração oral pelo mundo.

Como humorista, tornou-se conhecido do grande público devido à participação regular em diversos formatos e canais televisivos.

É membro do grupo musical “ Tais Quais” e autor de vários livros.

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CELINA DA PIEDADE

Celina da Piedade é música, compositora e investigadora. Uma filha do sul, estudou no Conservatório de Setúbal, licenciou-se em História Património Cultural na Universidade de Évora e é mestranda em Ciências Musicais-Etnomusicologia pela FCSH- Universidade Nova de Lisboa. É Presidente Honorária Associação PédeXumbo.
No ano de 2000 inicia a sua colaboração com Rodrigo Leão, até ao presente. A esta partilha acrescentam-se outras, como artista e compositora: Mayra Andrade, Uxia, Ludovico Einaudi, Kepa Junkera, Viviane, Gaiteiros de Lisboa, António Chainho, Samuel Úria, entre muitos outros. É membro fundador dos projectos Uxu Kalhus. Participou em mais de uma centena de edições discográficas, para além de bandas sonoras para cinema, teatro e dança. No seu trabalho a solo conta já com três albuns, “Em Casa” (Melopeia, 2012), “O Cante das Ervas” (Melopeia e Jardim da Boa Palavra, 2014) e
“Sol” (Sons Vadios, 2016). Integra paralelamente o grande colectivo Tais Quais,
fazendo parceria com Vitorino, Tim, Sebastião, Serafim, Paulo Ribeiro, Vicente Palma e João Gil. Ao longo destes anos participou como instrumentista e formadora em centenas de formações em torno da dança e da música tradicional europeia por todo o mundo.. É co-autora do livro “Caderno de Danças do Alentejo”, editado pela Associação PédeXumbo. Actualmente divide o seu dia-a-dia entre Setúbal, Beringel e Estói, levando a cabo não só o seu trabalho como música e formadora, mas também como investigadora, nomeadamente no projecto Ecomusic (INET-md) e colaboradora
permanente d' A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria.

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PAULO PATRAQUIM

Actor no Bica Teatro. Gosta de ouvir e contar histórias. Gosta de Blues e tem a mania de misturar as histórias com o Blues! Ou será o contrário?

 

Karingana

Título de um livro do poeta moçambicano José Craveirinha (Prémio Camões 1991), “Karingana Wa Karingana” equivale à forma portuguesa “era uma vez” para se iniciar uma estória. Ao recuperar esta expressão para a sua obra poética, Craveirinha quis homenagear a oralidade que marca a cultura lusófona em geral. «Dramaturgicamente, criámos um espaço de intervenção em que se evoca, narra, dramatiza uma série de personagens “habitantes das diversas histórias lusófonas”… »Em Karingana Blues, que Paulo Patraquim traz a Passa a Palavra 2019, o público é constantemente convidado a participar e a interagir. Utiliza meia dúzia de adereços, uma estrutura cenográfica simples, música ao vivo e o primado do actor na sua relação com o público.

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RODOLFO CASTRO

Rodolfo Castro, melhor conhecido como "O pior contador de histórias do mundo", é argentino residente em Portugal com mais de vinte e cinco anos de experiência de supervivência como contador de histórias. Leitor, escritor, formador creditado na área da leitura e dos contos e ultimamente ilustrador e editor. Os seus livros mais recentes "Nove histórias mal contadas","A canção dos velhos caçadores", "Contos da meia noite do mundo" e "Habitar o som...retrato falado da leitura em voz alta", abrangem a literatura infantil/juvenil, a literatura para adultos e o ensaio.

Com contador de histórias procura as vozes antigas e esquecidas ou ainda modernas e marginalizadas das mais diversas culturas, em especial aquelas que fornecem uma visão do mundo alternativa ao paradigma consumista e utilitário que domina a nossa vida atual.

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SOFIA MAUL

"O meu nome é Sofia Maul e sou uma contadora de histórias bilingue a viver na Madeira. Nasci aqui nesta bela ilha e tive a sorte de crescer a ouvir as histórias que os meus quatro avós, todos de origem diferente, me contavam (inglês, alemão, sueco e californiano).

Tive uma infância cheia de caminhadas nas montanhas e mergulhos no mar, ténis e natação e observação de aves em abundância. Passei uma temporada na Universidade de Coimbra a estudar Letras (Inglês e Alemão) para me tornar tradutora e, de seguida, uma mudança de caminho para poder ajudar pessoas (depois de 2 anos como voluntária na Cruz Vermelha): mudei-me para Lisboa e tornei-me terapeuta da fala, trabalhando principalmente com crianças surdas e multilingues.

Em 2004, depois de ouvir um serão de contos, comecei um ciclo de formações com actores e contadores de histórias  profissionais na Biblioteca Municipal de Oeiras, que, em 2006, resultou na criação de uma associação cultural sem fins lucrativos: os Contabandistas - um grupo de cinco contadores de histórias todos de diferentes origens muito activos na promoção de contadores de histórias e da narração oral como forma de arte performativa contemporânea. Organizámos pela primeira vez em 2012 o Terra Incógnita - Festival Internacional de Contos de Lisboa, que vai na quarta edição e apresenta narradores convidados nacionais e internacionais para mais de mil participantes ao longo de um fim-de-semana cheio de histórias.

Em Setembro de 2016 organizei com a Associação Musical e Cultural Xarabanda o primeiro festival de narração oral da Madeira, EVA, Era uma Vez no Atlântico, integrado numa rede de festivais de narração da orla atlântica que incluem o Atlantica na Galiza, o Terra Incógnita em Lisboa, o Conto Contigo na Praia na Terceira e Rencontres de l'Imaginaire na Bretanha.

Coordeno desde Março de 2015 uma tertúlia de cantigas tradicionais semanal onde todos são bem vindos para cantarmos juntos reforçando assim o espírito de comunidade e memória partilhada que a memória colectiva e a partilha de afectos proporciona.

Conto histórias em bibliotecas, escolas, feiras de livros, castelos, bares, festivais, praças, campos de golfe, restaurantes, teatros, terraços, aeroportos, grutas e praias, por todo o país e até no exterior em festivais internacionais de storytelling na Alemanha, Irlanda, Inglaterra, Itália, Bélgica, Espanha e Polónia.

As minhas histórias vêm de perto e de longe, mas as que eu mais gosto de partilhar ​​são as que vêm da pequena ilha no meio do Atlântico, para onde voltei depois de 20 anos a viver fora, para abraçar família e amigos, para contar e recolher histórias e também para plantar dragoeiros e fotografar muito."

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SOLEDAD FELLOZA

Nasceu no Uruguai, à beira de um rio que em língua Guarani quer dizer Pássaros Pintados. Há muitos anos cruzou o Atlântico e chegou a Santiago de Compostela, Galiza.

Actriz, contadora de histórias, fotógrafa, escritora e dramaturga. Diretora do festival Internacional de Narração Oral Atlântica, sediado na Galiza. Colunista em várias publicações literárias e de teatro. Apaixonada pelo palco, há muito que anda pelo mundo contando as suas mentiras mais verdadeiras.

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SUSANA CECÍLIO

1979 Lisboa. Graças à matemática, desde 1998 dedica-se ao teatro. Licenciou-se em Motricidade Humana e é mestre em Estudos do Teatro (FL-UL) com a tese “Dramaturgia do Corpo” (2012). Fundou e dirigiu o Espaço Evoé, escola de teatro, dança e música de Lisboa durante 9 anos. Deu aulas de Corpo e Movimento, Corporeidade e Criação do espetáculo, no ensino artístico e superior. Na criação enquanto encenadora explora universos literários, interessa-se pelo teatro documental e pela criação a partir de objetos não dramáticos. Em 2018 estreia “O Assalto” criação baseada em romances distópicos. Em 2014 co-criou com Carlos Marques o espetáculo “Como assim levantados do chão” - Projeto RISE-UP I - de Miguel Castro Caldas e em 2015 participou no apoio à criação no projeto RISE-UP II, “Levantei-me do Chão”. Como intérprete criou “UP-Smara”, “Com amor, papel manteiga e marcador” e “Ilusa Ilusión” (com Dani Olmos). Conta regularmente histórias em festivais, bibliotecas, escolas e espaços informais. Em 2011 encenou “Na vereda de Ítaca” a partir da Odisseia, “Portugueses, escritores, várias idades” adaptação de Bernardo Santareno e em 2010 o espetáculo de teatro documental “A viagem da Viol…”. Em 2009 com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian encenou “Chuva Pasmada” de Mia Couto. Trabalhou e estudou com o LUME (SP-Br), Odin Teatret, Tadashi Endo (Butoh); O Bando; Boa Companhia (Br); Sue Morrison, Pepe Nuñes, Ricardo Puccetti, Eric de Bont, Encarna de las Heras, Maurice Willems e Piero Partigianoni e Moshe Cohen (clown); Mas Soegeng, Nuno Pino Custódio e Sofia Cabrita (máscara); Miguel Moreira, Renato Ferracini, Peter Michael Dietz, Rui M. Silva e Gonçalo Amorim.

É fundadora da associação cultural ALGURES, colectivo de criação (Lisboa, 2008) onde desenvolve projetos de mediação cultura, criação de espetáculos e programação. A ALGURES é uma estrutura financiada pela DGARTES e apoiada pelo município de Montemor-o-Novo.

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TÂMARA BEZERRA

Educadora e Artista, tem a palavra como principal matéria de seu ofício; é também Mãe, Contadora, Escutadora e Inventora de Histórias.

Mestre em Educação Intercultural pela Universidade de Lisboa,  é também especialista em Arte-Educação e Psicopedagogia.

Há mais 25 anos dedica-se à narração oral de histórias, traçando sua trajetória e repertório sob forte influência da poética do sertão brasileiro.

Professora do ensino superior, também atua como consultora educacional, formadora de educadores e de narradores orais.

É membro do grupo de estudos, pesquisas e partilhas com narrativas: Costureiras de Histórias e da Rede de Contadores de Histórias do Ceará, no Brasil; e associada da Ações & Conexões Associação Cultural, em Portugal.

Entre suas obras publicadas estão títulos de literatura para crianças e jovens, além de textos teóricos  sobre narração oral de histórias e mediação de leitura literária.

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TROVADORAS ITINERANTES

As Trovadoras Iinerantes são uma dupla de artistas que percorrem o mundo a contar e a ouvir histórias e canções de tradição oral de seus povos. Um projecto que chegou do Brasil em 2013, a percorrer países como Espanha, França, Holanda e que encontrou pouso fértil em terras portuguesas, onde residem atualmente. Nele, as multi-artistas, escritoras e investigadoras Josy Correia e Luciana Costa, realizam coletas etnológicas, publicações literárias, formações artísticas, sessões de contos, música e artes cénicas de modo criativo, interativo e divertido, com concertos e espectáculos para todas as idades.

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TROVADORAS ITINERANTES

As Trovadoras Iinerantes são uma dupla de artistas que percorrem o mundo a contar e a ouvir histórias e canções de tradição oral de seus povos. Um projecto que chegou do Brasil em 2013, a percorrer países como Espanha, França, Holanda e que encontrou pouso fértil em terras portuguesas, onde residem atualmente. Nele, as multi-artistas, escritoras e investigadoras Josy Correia e Luciana Costa, realizam coletas etnológicas, publicações literárias, formações artísticas, sessões de contos, música e artes cénicas de modo criativo, interativo e divertido, com concertos e espectáculos para todas as idades.

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TROVADORAS ITINERANTES

As Trovadoras Iinerantes são uma dupla de artistas que percorrem o mundo a contar e a ouvir histórias e canções de tradição oral de seus povos. Um projecto que chegou do Brasil em 2013, a percorrer países como Espanha, França, Holanda e que encontrou pouso fértil em terras portuguesas, onde residem atualmente. Nele, as multi-artistas, escritoras e investigadoras Josy Correia e Luciana Costa, realizam coletas etnológicas, publicações literárias, formações artísticas, sessões de contos, música e artes cénicas de modo criativo, interativo e divertido, com concertos e espectáculos para todas as idades.

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TROVADORAS ITINERANTES

As Trovadoras Iinerantes são uma dupla de artistas que percorrem o mundo a contar e a ouvir histórias e canções de tradição oral de seus povos. Um projecto que chegou do Brasil em 2013, a percorrer países como Espanha, França, Holanda e que encontrou pouso fértil em terras portuguesas, onde residem atualmente. Nele, as multi-artistas, escritoras e investigadoras Josy Correia e Luciana Costa, realizam coletas etnológicas, publicações literárias, formações artísticas, sessões de contos, música e artes cénicas de modo criativo, interativo e divertido, com concertos e espectáculos para todas as idades.

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