Participantes 2019

Conferencistas

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ALEXANDRA FERNANDES

Técnica superior de História, ingressou na CMO em Maio de 1997, onde continua a exercer funções na Divisão de Cultura.

Integrou a equipa do Gabinete Urban que orientou o projeto de recuperação e reutilização da antiga Fábrica da Pólvora de Barcarena, onde desenvolveu trabalho de pesquisa e investigação histórica e documental, assim como colaborou na produção e abertura ao público do Museu da Pólvora Negra e estruturou o primitivo Serviço Educativo.

Transitou, posteriormente, para os serviços centrais da Divisão de Cultura, onde foi responsável por projetos editoriais, expositivos e de Animação de Época, com destaque para os Jardins Históricos, assim como colaborou nas Festas Pombalinas, tendo sempre como propósito divulgar e destacar o Património de Oeiras.

A par destes projetos, tem vindo a implementar diversos programas de visitas orientadas com o intuito de sensibilizar e de cativar os públicos para curiosidades e para as muitas estórias da história de Oeiras.

Entre 2014 e 2017 coordenou o Núcleo de Património Histórico e Museológico, integrado na Divisão de Cultura, cujo desafio foi o de tentar contribuir para uma política de salvaguarda, conservação, divulgação e fruição do Património histórico-cultural de Oeiras.

Presentemente a exercer funções no Núcleo do Palácio Marquês de Pombal que integra a Divisão de Cultura.

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ANA SOFIA PAIVA

Não nasceu alentejana, mas foi o Alentejo que a embalou. É dele que nascem as suas memórias mais antigas, as que ceifaram o campo da alma para semear Poesia. É actriz, aprendiz e outras coisas. Filha das margens e do vento, neta de Lisboa antiga, afilhada de algum Norte e todo o Sul, cresceu com histórias, cantes e descantes. Tem imenso jeito para a metamorfose e  muita sede de raiz. Dedica-se desde 2008 à narração e investigação de contos de tradição oral, dentro e fora de Portugal, ouvindo e contando na esperança de encontrar a sua própria geografia.

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CELSO SANMARTÍN

Comecou a contar por casualidade e oportunidade. Continuou porque é uma atividade de amor, sentido e paixão: pela língua, pela oralidade, pela comunicação, por pensar que não se pode perder um verdadeiro tesouro de histórias e contos. E anda por aí mostrando e oferecendo este tesouro com a boca aberta e com a boca cheia, falando bencíssimo dele - que é como falar de uma das nossas possibilidades de relação e cultura mais ricas e admiráveis.

 

O seu fardo ou repertório está composto basicamente por contos, histórias e memórias ligadas à tradição oral galega e europeia, em que temos arte e parte, assentadas na cultura agrícola-ganadeira e pedestre. E com um toque contemporâneo, porque também são atuais, porque aqui estão e não são peças de museu. Também reinventa histórias e contos, como toda a gente…

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DOMINGOS MORAIS

Músico e professor de educação pela arte. Em academias, associações e escolas privadas e públicas promove e participa em iniciativas que mudam a vida das pessoas.

As crianças e jovens são desde sempre uma presença permanente no seu dia a dia, ajudando-os a descobrir a beleza e os valores que dão sentido à vida e ajudam a construir comunidades solidárias, livres e transformadoras.

Reconhece em Agostinho da Silva, Arquimedes da Silva Santos, Benjamim Pereira, Carlos Caldeira, Carlos Gaspar, Ernesto Veiga de Oliveira, Emílio Pujol, Javier Hinojosa, Fernando Lopes-Graça, Francisco d’ Orey, João dos Santos, Manuel Viegas Guerreiro, Margot Dias, Maria Lívia São Marcos e Michel Giacometti os Mestres a quem muito deve.

Na Academia de Amadores de Música, na Juventude Musical Portuguesa, no Grupo de Acção Cultural, no CIDAC (Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral), no Movimento de Educação pela Arte e na Biblioteca Operária Oeirense realizou-se enquanto artista e animador artístico-cultural.

E foi trabalhando na Escola Superior de Educação pela Arte (1973 a 1986), na Linha de Acção de Recolha e Estudo de Literatura Popular Portuguesa do INIC (1987 a 1991), no Museu de Etnologia de Lisboa (1982 a 1992), no Conselho Consultivo do Instituto Português do Património Cultural (1985 a 1990), na Comissão Instaladora do Museu da Música Portuguesa (1987 a 1990), no ACARTE da Fundação Gulbenkian (1991 a 1999) e na Escola Superior de Teatro e Cinema (2000 a 2011).

É desde 2005 membro do IELT, Instituto de Estudos de Literatura e Tradição da Universidade Nova de Lisboa.

Em 2012 a Câmara Municipal de Oeiras distingue-o com a Medalha Municipal de Mérito - grau ouro. É sócio honorário de GEFAC (2019).

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MÁRIO HORTA

Nasceu na cidade do Porto em 1963. É Psicólogo Clínico, Mestre em Psicopatologia e Psicologia Clínica e Psicanalista. Membro fundador da Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica (AP), é actualmente Titular dos Ramos de Psicanálise e de Psicoterapia Psicanalítica e membro da sua Comissão de Ensino.

 

Lecionou por muitos anos em licenciatura e mestrado no Instituto Superior Miguel Torga. Trabalhou em áreas tão diversas como a prevenção da toxicodependência, Prevenção Rodoviária Portuguesa, Psicoterapia e Intervenção na Crise em contexto prisional. Colaborou ainda com o Instituto de Apoio à Criança como formador e supervisor de equipa.

 

Leitor, investigador, formador, ministra regularmente seminários de formação em psicanálise por iniciativa individual e integrados na formação de psicanalistas e psicoterapeutas na AP. É supervisor clínico desde 2004.

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NUNO VASCONCELOS

É Engenheiro Civil pelo IST - Instituto Superior Técnico.

Desde cedo que se dedicou à habitação social, tendo trabalhado no projecto SAAL ( equipa de Linda a Velha) durante cerca de 5 anos.

Ingressou na Câmara Municipal de Oeiras em 1977, na área de projectos de habitação, tendo exercido diversos cargos de chefia.

Destacam­-se os seguintes projectos onde esteve envolvido :

- construção do Bairro 25 de Abril em Linda a Velha;

- construção da Escola de Música de Linda a Velha;

- gestão do projecto URBAN de Oeiras;

- recuperação da antiga fábrica da Pólvora em Barcarena;

Foi Presidente do Taguspark durante 11 anos.

Foi Presidente do IHRU ( Instituto de Habitaçao e Reabilitação Urbana) durante 3 anos.

Regressou à Câmara Municipal de Oeiras em 2010, onde ainda se mantém na Direcção do Departamento de Obras Municipais.

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​ORIANA ALVES

Editora da BOCA, chancela especializada em audiolivros que ajudou a fundar em 2006. Licenciada em Antropologia, fez pesquisa etnográfica no contexto das festas tradicionais portuguesas e do fado. Trabalhou em jornalismo, investigação na área da literatura oral, assessoria de imprensa, tradução e revisão linguística, produção e programação cultural.

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PATRÍCIA PORTELA

Autora de performances e obras literárias, vive entre Portugal e Bélgica. Estudou realização plástica do espectáculo (Lisboa), dramaturgia do espaço (Utrecht e Antuérpia), cinema (Ebeltoft) e filosofia (Leuven). Itinera com regularidade pela Europa e pelo mundo. Reconhecida nacional e internacionalmente pela peculiaridade da sua obra, recebeu vários prémios (dos quais destaca o Prémio Madalena Azeredo de Perdigão/F.C.G. para Flatland I - 2005 - ou o Prémio Teatro na Década para Wasteband - 2003). Autora de vários romances e novelas como Para Cima e não para Norte (2008) Banquete (2012, finalista do Grande Prémio de Romance e novela APE) ou Dias úteis (2017, considerado pelas revistas Sábado e Visão um dos melhores livros do ano), participou no 46º International Writers Program em Iowa City em 2013 e foi a primeira Outreach Fellow da Universidade de Iowa City. Foi uma das 5 finalistas do Prémio Media Art Sonae 2015 com a sua instalação Parasomnia com a qual continua a circular pelo mundo, e foi a primeira bolseira literária em Berlim da Embaixada Portuguesa na Alemanha em 2016. É cronista do Jornal de Letras desde 2017.

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PAULO CORREIA

Licenciado em Antropologia pela FCSH - UNL. Atualmente é docente, na mesma área, na Universidade do Algarve. Desde 1997 integra o Centro de Estudos Ataíde Oliveira, onde tem desenvolvido trabalho de investigação científica em literatura de tradição oral, nomeadamente em contos e lendas, como bolseiro da FCT. É responsável pela constituição e manutenção do arquivo/catálogo de contos tradicionais portugueses e da base de dados on-line de lendas. Tem feito conferências em Portugal e no estrangeiro, muitas delas integradas em colóquios ou congressos sobre literatura oral. É autor de artigos e recensões críticas sobre contos e lendas em revistas da especialidade e é co-autor do Catálogo dos Contos Tradicionais Portugueses (Edições Afrontamento, 2016).

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PAULO MEIRINHOS

Músico e professor de música, Licenciado em Educação Musical pela Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico do Porto. Frequentou o Conservatório de Música do Porto onde estudou Guitarra Clássica. Frequentou o curso de Doutoramento em Música Movimento e Drama na Universidade de Salamanca, Facutad de História y Geografia onde terminou parte curricular do curso. Exerce funções de Técnico Superior de Música no Município de Miranda do Douro onde tem levado a cabo uma série de projectos no âmbito da promoção da cultura mirandesa: ensino de instrumentos musicais tradicionais (gaita de foles e percussões) e danças mirandesas, dirige o Coro Infantil de Miranda do Douro e dedica-se à construção de vários instrumentos musicais.

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SOLEDAD FELLOZA

Nasceu no Uruguai, à beira de um rio que em língua Guarani quer dizer Pássaros Pintados. Há muitos anos cruzou o Atlântico e chegou a Santiago de Compostela, Galiza.

Actriz, contadora de histórias, fotógrafa, escritora e dramaturga. Diretora do festival Internacional de Narração Oral Atlântica, sediado na Galiza. Colunista em várias publicações literárias e de teatro. Apaixonada pelo palco, há muito que anda pelo mundo contando as suas mentiras mais verdadeiras.