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Todos os participantes

Conferencistas

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Alberto Manguel é um escritor, ensaísta e leitor argentino. Obteve numerosos prémios, entre eles o Medicis na categoria de Ensaio (França) por A History of Reading, o McKitterick (Inglaterra) pelo seu romance News From a Foreign Country Came, o Grinzane Cavour (Itália) por A Reading Diary. Também recebeu o prémio da Fundação Germán Sánchez Ruipérez (Espanha), o Roger Caillois (França), o Formentor (Espanha) e o Alfonso Reyes (México) pelo conjunto da sua obra, traduzida em mais de trinta idiomas. Em dezembro de 2015 foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional da Argentina Mariano Moreno. Vem ao Passa a Palavra partilhar uma vida de reflexão e estudo sobre o livro e a leitura.

ALBERTO MANGUEL

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Fernando Alves é um dos fundadores da cooperativa que deu origem à TSF e um dos jornalistas mais antigos da casa. Aos 15 anos começou na Rádio Clube de Benguela e, com quase meio século ao microfone, tornou-se numa referência do jornalismo radiofónico em Portugal. Editou durante vários anos o horário nobre da rádio e foi autor de programas como “O postigo da noite” ou, mais recentemente, “Sinais”, que inspiraram ao longo das últimas décadas várias gerações de jornalistas e alimentaram nos ouvintes a paixão da rádio. Em 2010, foi condecorado pelo Presidente da República, com o título de comendador da Ordem de Mérito Civil.

​FERNANDO ALVES

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Gustavo Martín Garzo nasceu em Valladolid, em 1948. Licenciou-se em psicologia e trabalhou em psicologia clínica orientada para crianças e adolescentes. Foi galardoado com inúmeros prémios no campo do romance, da literatura infantojuvenil e da ensaística. Com El lenguaje de las fuentes recebeu o “Premio Nacional de Narrativa” e, 1993. No campo da literatura infantojuvenil publicou várias obras, entre as quais se destaca Tres cuentos de hadas, con o qual repetiu o “Premio Nacional”. Foi membro fundador e diretor da revista Un ángel más e colaborador da revista El signo del gorrión. Na ensaística, destaca-se a coleção El Hilo Azul, sobre a paixão de contar e ler histórias, e Una casa de palavras, reflexão sobre a importância dos contos maravilhoso na construção dos afetos. 

GUSTAVO MARTÍN GARZO

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Paulo Jorge Correia é licenciado em Antropologia pela FCSH – UNL e actualmente é docente, na mesma área, na Universidade do Algarve. Desde 1997 integra o Centro de Estudos Ataíde Oliveira, onde tem desenvolvido trabalho de investigação científica em literatura de tradição oral, nomeadamente em contos e lendas, como bolseiro da FCT. É responsável pela constituição e manutenção do arquivo/catálogo de contos tradicionais portugueses e da base de dados on-line de lendas. Tem feito conferências em Portugal e no estrangeiro, muitas delas integradas em colóquios ou congressos sobre literatura oral. É autor de artigos e recensões críticas sobre contos e lendas em revistas da especialidade e é co-autor do Catálogo dos Contos Tradicionais Portugueses (Edições Afrontamento, 2016). 

PAULO CORREIA

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Maria do Rosário Belo nasceu e cresceu nos arredores de Lisboa, num lugar onde os artistas  brotam de sítios improváveis. Aprendeu a conviver com o inesperado, brincou muito na rua e foi uma adolescente contestatária.

Psicóloga e psicanalista, adora uma boa conversa e tem como lema o amor e a amizade, ambos temperados com a força agressiva que nos mantém vivos. Adora comunicar e desde pequena que dizem que é boa ouvinte.

É estudante do curso de doutoramento em Filosofia na Universidade de Évora e investiga a obra e o pensamento de Donald Woods Winnicott, importante psicanalista e pediatra inglês.

Participa regularmente em colóquios e congressos pelo prazer da partilha e pelo gosto de aprender.

ROSÁRIO BELO

Narradores

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Ana Santos é Educadora de Infância. Reencontrou os contos há meia dúzia de anos porque as memórias teimam em não esquecer. Elas representam hoje o desejo de viajar pelo tempo, de ir ao encontro das vozes da infância, de continuar descobertas. E o ato de contar é um momento fabuloso de partilha, para transmitir a quem a ouve o que de mais sensível, profundo, encantador e divertido, pode haver dentro de si.

ANA SANTOS

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Ana Sofia Paiva é formada pela Escola Superior de Teatro e Cinema e pós-graduada em Promoção e Mediação da Leitura na Universidade do Algarve. Paralelamente ao seu trabalho de actriz, dedica-se desde 2007 à narração de contos, dentro e fora de Portugal. É membro do Instituto de Estudos de Literatura e Tradição da Universidade Nova de Lisboa e da cooperativa Memória Imaterial, onde trabalha como investigadora, transcritora e recolectora de folclore poético e narrativo.

ANA SOFIA PAIVA

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Antonella Gilardi trabalha na área da educação não-formal desde que saiu da escola (faz muitos anos). Conta desde que chegou a Portugal (ou quase), brinca desde que nasceu (ao certo). Misturem  tudo isso e aqui está ela.

Estará por aqui a contar histórias e a dinamizar jogos de mesa tradicionais e modernos para todas as idades numa oficina onde há espaço para quem gosta de desafios e um “brincador profissional” à disposição, para quem queira aprender. 

ANTONELLA GILARDI

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António Fontinha conta histórias há muito tempo. Na verdade, foi pioneiro do movimento de narração oral em Portugal e vive exclusivamente desta atividade desde 1995.  Trabalha sobretudo temas da tradição oral portuguesa que, paralelamente à atividade de narrador, tem vindo a investigar por todo o país em várias campanhas de recolha etnográfica. Passou a palavra em Carnaxide nas Histórias de Ida e Volta e regressa à Fábrica da Pólvora para  partilhar muitos desses contos tradicionais que ouviu por todo o Portugal e falar um pouco sobre esse estranho ofício de contador de histórias.

ANTÓNIO FONTINHA

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Carles García Domingo é narrador por tradição, nova geração de uma família de naturais contadores de histórias. Em 1984 criou com outros companheiros o COLECTIVO FÁBULA, um dos grupos pioneiros da recuperação da oralidade e da realização de atividades de mediação da leitura em Espanha. Durante 34 anos realizou um sem número de sessões de contos em toda a Espanha e no estrangeiro (Portugal, França, Bélgica, Suíça. Marrocos, Brasil, Argentina, Costa Rica e Venezuela).

É também responsável por uma programação continuada em Logroño, os “Contos de La Luna”, que tem já 27 anos de existência. Tem uma longa experiência como formador e é autor de artigos e livros sobre narração oral.

CARLES GARCÍA DOMINGOS

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Cláudia Semedo nasceu em Oeiras em 1983 e cresceu numa família de ascendência diversa. Formou-se como atriz na Escola Profissional de Teatro de Cascais e licenciou-se em Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social (IPLisboa).

É membro da Companhia de Actores desde 2007, desempenhando o cargo de Presidente da Direção e co-dirigindo o Teatro Municipal Amélia Rey Colaço.

Faz e fez parte de  diversos programas de rádio e de televisão como jornalista e apresentadora, é atriz de teatro, televisão e cinema, co-editou com as irmãs o livro “Acordar Se(m) Medo”, deu a cara pela campanha contra a violência no namoro, foi embaixadora do Ano Internacional para a Juventude (2010/11) e embaixadora do Ano Europeu para o Desenvolvimento (2015).

CLÁUDIA SEMEDO

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Coralia Rodríguez é uma atriz e narradora cubana. Autora de vários livros de contos e de artigos sobre narração oral, é presidente da associação Les Tisseuses de Paroles em Genebra. Conta histórias em Espanhol e Francês, tendo participado em eventos e festivais em Cuba, México, Venezuela, Brasil, Canadá, Suíça, França, Espanha, Itália, Luxemburgo, Alemanha, Liechtenstein, Áustria, Bélgica, Portugal, Burkina Faso, Costa do Marfim, Egito, Tunísia, Argélia, Reunião e Guiana Francesa. Atualmente é colaboradora permanente do Foro de Narración Oral del Gran Teatro de La Habana.

CORALIA RODRÍGUEZ

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Jorge Serafim, como técnico no sector infanto-juvenil da Biblioteca Municipal de Beja, desenvolveu actividade regular na área da promoção do livro e da leitura durante cerca de treze anos. Como contador de histórias, tem percorrido o país de norte a sul, incluindo os Açores, efetuando inúmeras sessões de contos para públicos de todas as idades. Tem participado em encontros de narração oral, nomeadamente em Espanha, Argentina, Uruguai, Canadá, Estados Unidos, Cabo Verde, Macau. Como humorista, tornou-se conhecido do grande público devido à participação regular em diversos formatos televisivos, na SIC, RTP1 e na RTP2. É membro do grupo musical “ Tais Quais” e autor de vários livros: O Corvo Branco – teatro para a infância; O Amor é Solúvel na Água – teatro; A.Ventura – poesia; A Sul de Ti – poesia; Estórias do Serafim – contos; Sonhar ao Longe – infantil; A Minha Boca Parece um Deserto – infantil.– teatro; A.Ventura – poesia; A Sul de Ti – poesia; Estórias do Serafim – contos; Sonhar ao Longe – infantil; A Minha Boca Parece um Deserto – infantil.

JORGE SERAFIM

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José Craveiro é um mestre de saberes e de sabores da sua terra, Tentúgal. É não só um fiel depositário do património daquele vale onde corre o Mondego como um agente ativo na sua preservação e actualização. Dos cantares aos trajes, das orações aos licores, dos contos às ervas medicinais, das procissões aos manjares tradicionais, tudo parece habitar as palavras e os gestos deste “contador de histórias” na acepção mais enraizada e abrangente do termo.

JOSÉ CRAVEIRO

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Maurício Corrêa Leite é um promotor de leitura e arte, e educador brasileiro. Fez o curso de magistério na sua terra natal, Cassilândia, e foi depois para o Rio de Janeiro para estudar teatro. Começou a contar histórias em 1980 nas aldeias indígenas na ilha do Bananal, atual estado de Tocantins. É o criador  do projeto “Malas de Leituras”, apoiado pela UNICEF e pela Universidade Solidária de Brasília, que estabelece um método eficiente de formação de leitores. O seu trabalho é reconhecido por diversas organizações governamentais e não-governamentais, tais como a UNICEF, ASHOKA, Universidade Solidária de Brasília, Escola Arvense de Brasília, Universidade de Nova York, Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá, entre outras. Foi indicado ao prêmio Astrid Lindgren Memorial (Alma) 2012, do Conselho Sueco das Artes,o mais elevado prémio internacional de literatura infantil. Atualmente, vive entre o Brasil e Portugal. Passa a palavra nas Histórias de Ida e Volta em Porto Salvo com o Jorge Serafim e regressa à Fábrica

MAURÍCIO CORRÊA LEITE

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Quico Cadaval é um contador de histórias, dramaturgo e encenador galego muito conhecido e querido em Portugal. Diz-se que nasceu em 1969, mas só alcançou a maturidade aos 59. Nos anos 80 entra no mundo do teatro e nos anos 90 descobre que a sua doença de falar a toda a hora é um ofício artístico e entra assim no mundo dos contadores de histórias. Já marcou presença em eventos e festivais em Braga, Beja, Pombal, Praia da Vitória, Porto, Valongo, Tondela, Oeiras, Coimbra, Faro,  Montemor-o-Novo, Maia, Viana, e outros, que a quantidade trai a memória.

QUICO CADAVAL

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Rodolfo Castro é leitor, escritor e contador de histórias. Formado em educação em Buenos Aires, Argentina, é contador de histórias desde 1993. A sua obra está publicada em Portugal e noutros países. É também formador de professores creditado na área da leitura e atualmente tenta alargar as suas competências para o campo da ilustração e da edição editorial. É mais conhecido como “O pior contador de histórias do mundo”.

RODOLFO CASTRO

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As Trovadoras Itinerantes circulam desde há um ano por Portugal e já espalharam as suas histórias e melodias por mais de uma dúzia de países da América Latina, África e Europa. Apresentam um rico repertório de tradição oral do nordeste brasileiro, com contos tradicionais, literatura de cordel e cancioneiro popular para todas as idades, explorando o imaginário de modo animado e interativo!

TROVADORAS ITINERANTES

Outros artistas

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Túu! Túu!! é um espetáculo do Agora Teatro, criado e interpretado por Bruno Cintra.

Um pano que dança, música que voa no campo, as borboletas, um flautista num dia de Primavera. Sons do quotidiano que despertam os sentidos e a serenidade. Uma suave brisa do campo que sussurra perto do teu ouvido. Escutas?

Teatro de Objectos e ambientes sonoros ao vivo. Poemas visuais e paisagens sonoras que propõem estimular sentidos, sensações, emoções, despertando a imaginação das crianças.

Aliando a manipulação de objectos e a música, ampliamos a criatividade, despertando capacidades auditivas e visuais. Para famílias com crianças até os 3 anos de idade.

AGORA TEATRO

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A Andante é um projecto teatral de promoção da leitura que não trabalha em teatros, mas em bibliotecas. Tem circulado por todo o país com espetáculos como Quem quer ser Saramago e Poesia à la carte, entre muitos outros.

Passam a palavra no Templo da Poesia com o  espetáculo Andante(des)Concertante, onde uma maestrina conduz uma floresta e uma orquestra. Com  muita poesia, ensaiam-se brincadeiras, coreografias, músicas, sons de vento e de pássaros e até palavras proibidas. Um concerto feito de poesia, música, magia, heróis, pings e bongs, bailados de mãos e… silêncio.

Dramaturgia e encenação: Cristina Paiva e Fernando Ladeira
Textos: Álvaro Magalhães, André Neves, David Chericián, João Pedro Mésseder, Miguel de Cervantes, Spike Milligan e Thomas Bakk
Sonoplastia e cenário: Fernando Ladeira
Interpretação: Cristina Paiva
Música: Joaquim Coelho
Figurino: Lucília Telmo

ANDANTE

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Inspirado pelas sonoridades tradicionais, Cacto é um coletivo musical formado por Bruno Cintra (percussões), David Rodrigues (cordas), Vicente Camelo (concertina) e Marta Coutinho (dança). O coletivo procura dar uma roupagem diferente ao conceito de Baile, com o objectivo de proporcionar um momento descontraído em torno da dança. Propõe assim aprender de forma rápida e divertida coreografias de diferentes danças tradicionais, embarcando numa viagem cultural através dos sons de vários instrumentos, ritmos, expressões e movimentos.

CACTO

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Catarina Guerra iniciou os seus estudos de dança aos 4 anos. Aos 13 começou a aprender dança clássica Indiana, estilo Bharata Natyam, com a Tarika Valli no Centro de Dança de Oeiras. Aos 15 anos entrou no grupo de danças e cantares Goeses – Ekvat, que tem sede na Casa de Goa, em Lisboa. A bailarina tem vindo a lecionar oficinas de dança e a participar em espetáculos pelo país, inseridos maioritariamente em festivais de danças étnicas. “Fudgi” será o título da oficina: uma dança tradicional Goesa, que era dançada pelos Kurumbis, trabalhadores dos campos de cultivo. Celebra um dos alimentos mais importantes para o povo Indiano: o coco. Os bailarinos usam cascas de coco para criarem ritmos alegres e diversificados. No Passa a Palavra contaremos com o corpo esta história.

CATARINA GUERRA

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O Centro de Dança de Oeiras é uma estrutura pedagógica do concelho de Oeiras que trabalha com artistas profissionais e criadores na área da dança.

Os artistas residentes, para além das aulas, também colaboram com outros artistas e apresentam-se regularmente em Portugal e no estrangeiro.

CENTRO DE DANÇA DE OEIRAS

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Mais de vinte mulheres que partilham a mesma origem urbana cantando polifonias tradicionais,procurando no seu interior o timbre e a disposição que nasce com cada útero. Esse timbre toma diferentes formas consoante as regiões do país, a situação em que a canção é evocada e aquilo que conta ou de quem lhe dá voz.

O Cramol nasceu em 1979 no seio da Biblioteca Operária Oeirense, de um atelier de aprendizagem sobre o repertório de canto de mulheres de todo o país, suportado nas recolhas de Michel Giacometti e do seu trabalho com Fernando Lopes-Graça.

Constituído actualmente por 21 elementos, o Cramol tem direcção artística de Eduardo Paes Mamede desde 2003. 

CRAMOL

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O Coro de Leitura em Voz Alta de Alcochete – CLeVA é um grupo de leitores amadores que lêem em conjunto os poemas que amam e os fazem (sor)rir. Experimentam colocar a poesia fora do seu sítio, do lugar inacessível, incompreensível e muitas vezes aborrecido onde a querem pôr. E divertem-se muito a fazê-lo.

CLeVA – Um coro tão sonante que chega a ser dissonante. Passam a palavra com o espetáculo DisSonâncias Poéticas.

CORO DE LEITURA EM VOZ ALTA DE ALCOCHETE (CLEVA)

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Danuta Wojciechowska é uma conhecidíssima ilustradora sedeada em Portugal, tendo-lhe sido já atribuído o Prémio Nacional de Ilustração e a Distinção Mulheres Criadoras de Cultura. Dedica grande parte do seu tempo aos livros, cuidando de todo o processo, desde a concepção, passando pela ilustração, até a edição. No entanto, o desenvolvimento de atividades que envolvem a interação com o público, dando asas à imaginação, é uma parte do trabalho que considera especialmente gratificante. Venham vivenciar com ela um momento no jardim e construir uma escultura colectiva. 

DANUTA WOJCIECHOWSKA

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Nascido em Lisboa, Diogo deCalle é um Artista Plástico de obra multidisciplinar que divide o seu tempo como criador e arte-educador.

“Uma Semente Ajudou-me a Crescer” é uma oficina de desenho onde a paisagem da natureza fica escrita e desenhada no papel. A partir de elementos naturais, tais como sementes, frutos lenhosos, paus e cascas de árvore vamos criar um novo alfabeto. Já pensaste que a natureza escreve uma paisagem todos os dias? E se tu escrevesses com a natureza? E se desenhasses uma paisagem escrita? Vem ouvir a natureza e com ela escrever o mundo. Marcamos encontro?

DIOGO DECALLE

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Estupendo Inuendo é um colectivo que trabalha a articulação entre a palavra, a música, a comédia e a relação com o público. Estrearam-se com Estórias Musicadas, Canções Faladas em 2012, na Braga – Capital Europeia da Cultura 2012. Foram depois convidados a levar o espetáculo ao Teatro Helena Sá e Costa e daí surgem os convites para a programação das XIII – Palavras Andarilhas e do Corrente Alterna – Mostra de Criações Incógnitas.

Em 2014, numa parceria com a editora Palmo a Palmo, levam estórias tradicionais e improvisadas a várias escolas do norte do país. Dessa experiência nasce a vontade dos dois criadores e intérpretes (Alexandre Sá e Luís Almeida) de criarem um espectáculo que juntasse a formalidade dos contos tradicionais com a liberdade criativa e simbólica das estórias improvisadas. Trazem a Oeiras o espetáculo Ele Tem Uma Guitarra e Eu Não Tenho Nada. Dois atores, duas cadeiras, duas bananas e uma guitarra contam e cantam estórias num trabalho depurado da palavra e do movimento, comédia, melodrama, clown, poesia e uma relação ímpar com o público.

ESTUPENDO INUENDO

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O Grupo de Batuque Voz e Tradição do Bairro dos Navegadores é constituído por 10 mulheres e 2 homens, de origem cabo-verdiana, entre os 17 e os 67 anos de idade.

Manuela Tavares criou e dirige o grupo desde 2012 e, como a maioria das mulheres nascidas na Ilha de Santiago, em Cabo Verde, batuca desde criança, cumprindo a tradição de se sentar em roda com o grupo, construírem as suas próprias txabetas com sacos de plástico e roupa velha, improvisar sobre as suas preocupações e alegrias, numa estrutura de canto e resposta entre a cantadeira principal e as cantadeiras de campanha/acompanhamento.

GRUPO DE BATUQUES DO BAIRRO DOS NAVEGADORES

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João Lizardo desenvolve projetos artísticos que combinam artes visuais e artes performativas. Tem apresentado o seu trabalho em Museus, Teatros, Bibliotecas, Galerias, e Serviços Educativos (Centro Cultural de Belém, Fundação de Serralves/Museu de Arte Contemporânea, Casa das Histórias/Museu Paula Rego, Teatro de Almada, Teatro Viriato, Centro Cultural Vila Flor, Centro Cultural Olga Cadaval, Fundação Gulbenkian, entre outros). Colabora regularmente com a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas com projetos na área da promoção da leitura, e tem concebido e coordenado projetos culturais, educativos e artísticos para municípios e Bibliotecas públicas em todo o país.

JOÃO LIZARDO

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João Vaz de Carvalho é um pintor e ilustrador que já participou em dezenas de exposições, individuais e coletivas, e em diversas feiras de arte contemporânea. Simultaneamente, na qualidade de ilustrador, colaborou com muitos títulos da imprensa portuguesa e ilustrou dezenas de livros, com títulos publicados em Portugal, Espanha, França, Itália, Suíça, Inglaterra, Brasil, China e Coreia do Sul. Realizou projetos em áreas distintas, que vão desde a cerâmica ao desenho de marionetas para teatro. Foi o responsável pelas ilustrações que são a imagem deste festival.

JOÃO VAZ DE CARVALHO

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Mafalda Milhões dedica-se à ilustração, mas também é editora, livreira, autora e mediadora de leitura. Formou-se em Artes Gráficas em  Tomar, é discípula de Gutenberg e uma das impulsionadoras do projecto editorial “O Bichinho de Conto”, iniciado na Fábrica da Pólvora de Barcarena e actualmente sediado em Óbidos.
A ilustração de Mafalda Milhões expressa bem a sua personalidade e ideias. É uma ilustradora de causas e a sua obra conta com várias distinções.

Partindo do pressuposto de que tudo tem memória – pessoas, lugares, objetos, casas, livros, – Mafalda Milhões convida-nos a partir em busca da memória de um lugar e a contarmos juntos uma história de recomeço.

MAFALDA MILHÕES

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Manuel Dias pintou, esculpiu e cenografou  para várias companhias de teatro: Centro Cultural de Évora (25 cenografias), CENDREV, Cena, Bonifrates, TEUC, Bonecreiros, Cornucópia, Jangada Teatro e Imaginário. Em 1982 foi-lhe atribuído o prémio para o melhor espaço cénico, pela Associação Portuguesa de Críticos. No entanto, foram as marionetas que conquistaram o seu coração e  acabou por se dedicar por inteiro à criação e realização de espetáculos como marionetista solista. É assim que em Évora, em 1987, iniciou o projeto profissional TRULÉ – Investigação de Formas Animadas. Nos últimos 20 anos, participou em mais de 87 Festivais Internacionais tendo sido agraciado com dezenas de prémios.

MANUEL DIAS

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Marc nasceu em Paris no Verão quente de 1976, onde foi sujeito a uma elevada concentração de criatividade, que mais tarde o viria a prejudicar na escolha de emprego, tornando-o indiferente a qualquer carreira lucrativa. Já em Portugal, estudou design na faculdade, e desde então sobrevive a desenhar. Perdido por livros, funda, com José Carlos Dias, uma editora independente e faz uma pós-graduação em edição, onde acaba por conhecer o amor da sua vida. Recentemente, montou um estúdio de serigrafia para poder sujar as mãos a sério. O seu ponto fraco é queijo com nutella.

MARC PARCHOW

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A Orquestra Geração – Sistema Portugal é um projeto socio-pedagógico, inspirado no programa venezuelano El Sistema e que delineou como o seu objetivo central promover o sucesso educativo e favorecer a inclusão social de crianças e jovens no âmbito da prática colectiva da música. Através de parcerias e com o apoio pedagógico da Escola de Música do Conservatório Nacional, o projeto tem desenvolvido inúmeras propostas educativas e culturais, com resultados concretos.

O projeto, iniciado em 2007 com 15 alunos, conta hoje com cerca de 1200 crianças e jovens provenientes de diversos agrupamentos de escolas da área metropolitana de Lisboa.

A Orquestra que se irá apresentar é composta por alunos entre os 9 e os 17 anos do Agrupamento de Escolas de Carnaxide-Portela de Oeiras.

ORQUESTRA GERAÇÃO

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Patrícia Brízido é uma artista cujo percurso se destaca por prémios de Pintura, a participação em exposições coletivas e a dança. É professora de Expressão Plástica e assessora de Atividades de Enriquecimento Curricular. Colaboradora na rubrica “ Ideias “ da revista “Visão Júnior”. Em 2010 foi mãe e a vida ganhou novas cores.

​PATRÍCIA BRÍZIDO

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Rini Luyks (acordeão, voz) e Luís Bastos (clarinete, voz) formam o duo Rini & Bastolini há duas décadas, participando em vários projetos: integraram a animação permanente da EXPO ‘98 com os “Olharapos”; fizeram parte da Bigodes Banda e da Kumpania Algazarra; participaram na banda de músicos do projeto “Mais Cultura” em Lisboa; atuaram ao vivo na produção de “O Aldabrão” pelo Teatro Nacional D. Maria II; participaram no festival “Lisboa Capital Europeia de Músicos de Rua”; atuam em contínuo em festivais de contos e poesia, animações de rua, festas de casamento, aniversários. 

RINI & BASTOLINI

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Tiago Rego é percussionista, tendo trabalhado com a orquestra de percussão tradicional Tocá Rufar, onde, além de músico, era um dos maestros e formador em escolas do Seixal, Loures, Tavira e Vila Real de Santo António. Foi criador da ORA – Orquestra de Ritmo do Algarve, com jovens de Tavira, e de uma orquestra de percussão tradicional na Mina de São Domingos (Mértola), onde também deu formação na escola profissional Alsud. Já ministrou oficinas de percussão por todo o país, no Reino Unido e em Espanha. Colabora com vários artistas em diversos ambientes sonoros, como a música portuguesa de raiz tradicional, o fado, a música brasileira, árabe, africana e de fusão.

TIAGO REGO

Outros participantes

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António Carlos Cortez é poeta, crítico literário e professor de literatura portuguesa. Publicou onze livros de poesia. Foi prémio da SPA em 2011 para melhor livro de poesia com Depois de Dezembro. Tem traduzidos poemas seus em diversas línguas europeias. Publicou a antologia A Dor Concreta (Tinta da China) em 2016. Em 2017 publicou no Brasil Corvos Cobras Chacais (Gato bravo). Assina a coluna de crítica de poesia do Jornal de Letras. É colaborador permanente das revistas Colóquio/Letras e Relâmpago.

ANTÓNIO CARLOS CORTEZ